Categoria: Notícias

  • Campanha combate fake news sobre a Justiça do Trabalho

    A Justiça do Trabalho só existe mesmo no Brasil? Quanto ela custa aos cofres públicos? O empregado sempre vence as ações trabalhistas? Essas e outras questões são esclarecidas na campanha “8 Fake News sobre a Justiça do Trabalho”.

    Fruto de ação do Colégio de Presidentes dos TRTs (Coleprecor), juntamente com o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e as áreas de comunicação dos TRTs do país, a campanha traz material para divulgação em redes sociais, além de notícias e outras peças gráficas.

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  • Palestra sobre assédio moral encerra trabalhos do Coleprecor em 2018

    Segundo desembargador, casos envolvendo o assédio moral aumentaram na Justiça do Trabalho

    Assédio Moral no ambiente de trabalho foi o assunto da palestra ministrada pelo desembargador Sebastião Oliveira, do TRT da 3ª Região (MG), no encerramento das atividades do Coleprecor em 2018.

    A exposição, ocorrida na sede do Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, logo após a posse da nova diretoria da entidade, tratou das questões históricas, dos conceitos e das características da prática, cada vez mais frequente nas instituições públicas e privadas.

    A palestra foi acompanhada pelos presidentes e corregedores dos TRTs do país e também por servidores e magistrados.

    Na apresentação, Sebastião Oliveira citou o professor Roberto Heloani, da Universidade de Campinas (Unicamp), que descreve o assédio moral como uma “conduta abusiva intencional, frequente e repetida, que ocorre no ambiente de trabalho e que visa a diminuir, humilhar, vexar, constranger, desqualificar e demolir psiquicamente o indivíduo ou o grupo, degradando as condições de trabalho atingindo sua dignidade e colocando em risco a sua integridade pessoal ou profissional”.

    O desembargador traçou os vários perfis psicológicos dos maus administradores, cujos comportamentos propiciam o surgimento de práticas de assédio moral no ambiente de trabalho. “São os chamados ‘gestores tóxicos’, que a doutrina classifica como: perversos, paranoicos, transtornados, narcisistas, sociopatas, psicopatas, indiferentes ou omissos”, explicou.

    Segundo Sebastião Oliveira, as más atitudes e práticas desses gestores provocam a redução de motivação, a ausência de satisfação, o bloqueio à criatividade, a deterioração do clima, a baixa produtividade, o estresse, a depressão e, nos casos extremos, podem até levar ao suicídio. “Na Justiça do Trabalho, cada vez mais julgamos casos que envolvem o assédio moral no local de trabalho”, disse.

    Apesar dessas condutas graves, o magistrado também destacou aquelas que não podem ser caracterizadas como assédio moral. É o caso da divergência entre colegas, da comunicação franca do chefe com o subordinado, dos atritos ocasionais, da fixação de metas não abusivas e da cobrança respeitosa ou do mau-humor do superior.

    (Com CSJT)

  • Novos dirigentes do Coleprecor tomam posse para a gestão 2019

    O Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor) deu posse, nesta quinta-feira (22), aos seus novos dirigentes. Estará à frente da entidade no ano de 2019 a desembargadora Eliney Bezerra Veloso (TRT da 23ª Região). Ela será acompanhada pelos desembargadores Sérgio Murilo Rodrigues Lemos (TRT da 9ª Região), que ocupará a função de vice-presidente, e de Paulo Pimenta (TRT 18ª Região), que comandará a secretaria-geral.

    A solenidade de posse foi conduzida pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro Brito Pereira, e contou com a presença de outros integrantes da Corte superior, de desembargadores, magistrados do 1º grau e servidores do judiciário trabalhista.

    Na fala de abertura, Brito Pereira saudou os novos dirigentes e também aqueles que se despediam. O ministro descreveu o Colégio como “uma instituição que se afirmou ao longo do tempo” e lembrou da necessária proximidade entre as administrações dos regionais com o CSJT e TST. Segundo ele, essa característica tem se mostrado de grande importância e relevância para a condução dos trabalhos. “Estamos, no CSJT, de portas abertas para receber as demandas, porque o Colégio também é um condutor dessas agruras que serão concentradas na figura do presidente”, registrou.

    Ao transferir a presidência do Coleprecor, o desembargador Wilson Fernandes (TRT da 2ª Região) fez votos de sucesso à nova diretoria e agradeceu, em nome dos colegas, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho e o Tribunal Superior do Trabalho pelo encaminhamento das necessidades. “O Coleprecor vem se firmando como uma instância dos TRTs com o CSJT e TST, especialmente nesses tempos difíceis que temos enfrentando, como a restrição orçamentaria. Essa parceria estreita tem facilitado muito nosso trabalho”, avaliou.

    Em sua fala, a presidente empossada Eliney Veloso agradeceu a confiança dos colegas na escolha de seu nome e dos demais membros do novo corpo diretivo. A magistrada destacou que não basta à nova diretoria a tarefa singela de solidificar as conquistas já alcançadas e ampliar as oportunidades de melhoria. “É preciso muito mais: novas ideias e mais ações, coerentes com o ideal do aprimoramento contínuo do Poder Judiciário”.

    Nesse sentido, Eliney Veloso acrescentou que é necessário pensar estrategicamente o futuro, afastar as fontes internas de dissenso e estreitar o canal de comunicação com a sociedade. “ É o que esperamos fazer com apoio imprescindível do Tribunal Superior do Trabalho, de cada um dos tribunais membros do Coleprecor, dos desembargadores, juízes e servidores, assim como da Anamatra e das amatras”.

    A nova presidente também destacou a importância de não se fechar os olhos para um cenário que inspira atenção, “em que discursos mais acesos, envoltos em premissas equivocadas, questionam o papel e a importância da Justiça do Trabalho”.

    Segundo ela, é preciso, por meio de um debate franco, equilibrado e respeitoso, propiciar uma compreensão mais elevada sobre as peculiaridades que envolvem o mundo do trabalho e a finalidade constitucional do ramo especializado do Poder Judiciário. “Vamos posicionar as velas para, de braços dados, conduzirmos a Justiça do Trabalho para águas mais tranquilas e rumo ao seu engrandecimento, transformando esse período de adversidades em oportunidade para promovermos grandes transformações”, conclamou.

    Eliney Veloso reconheceu os avanços conquistados pelo Coleprecor desde a sua criação e disse que dará continuidade à trajetória de sucesso das gestões anteriores. Ela também agradeceu à gestão do desembargador Wilson Fernandes. “Tenham a certeza do dever cumprido. Vocês deixarão saudades!” Aos novos presidentes e corregedores que passam a integrar o Colégio, deu as boas-vindas e os conclamou a “se imbuírem do mesmo entusiasmo e espírito colaborativo daqueles que irão substituir, pois tais atributos são marca registrada e indelével desse Colégio”.

    Além do desembargador Wilson Fernandes, deixou a diretoria do Coleprecor o desembargador Samuel Hugo Lima (TRT da 15ª Região), que ocupou o cargo de secretário-geral. A função agora será desempenhada pelo desembargador Paulo Pimenta (TRT da 18ª Região), que estava no cargo de vice-presidente.

  • Presidente do TST enaltece papel do Coleprecor e fala sobre união da JT

    Reunião do Coleprecor teve início nesta quarta-feira (21/11)

     

    Durante a abertura da última reunião de 2018, o ministro João Batista Brito Pereira, presidente do Tribunal Superior do Trabalho, saudou o corpo diretivo do Coleprecor, composto pelos desembargadores Wilson Fernandes (Presidência), Paulo Pimenta (Vice-Presidência) e Samuel Hugo Lima (Secretaria-Geral). Eles completam um ano de mandato e se despedem de suas posições nesta edição.

    Para o ministro, nesse período, o trabalho conjunto em prol da Justiça do Trabalho foi consolidado. “Essa interlocução do TST com o Coleprecor é fundamental. Facilita o trabalho da Presidência do TST e garante a integração entre os TRTs”, comentou.

    Nesse sentido, o ministrou também destacou outras ações que visam ao alinhamento entre os tribunais: a homologação de novas versões do PJe e o início das tratativas para implantação de um logotipo único para a Justiça do Trabalho, bem como a previsão de padronização das páginas da internet das instituições.

    O ministro Brito Pereira comentou ainda sobre os encontros recentes com o presidente eleito Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara Rodrigo Maia. De acordo com ele, em ambas as ocasiões houve a oportunidade de se enaltecer o papel da Justiça do Trabalho e o compromisso de seus membros com a celeridade processual, assim como com a conciliação.

    Agradecimentos

    Após a fala do ministro, os desembargadores do atual corpo diretivo falaram sobre a transição para a próxima equipe e prestaram agradecimentos a todos.

    “Tenho mais de 30 anos de magistratura e o momento mais prazeroso e importante da minha carreira foi o Coleprecor”, afirmou o presidente, desembargador Wilson Fernandes.

    Para o desembargador Paulo Pimenta, ocupar a Vice-Presidência da entidade foi um grande aprendizado. “A convivência foi extremamente enriquecedora. Felizmente, terei o privilégio de continuar mais anos por aqui, aprendendo ainda mais”, comentou. Na nova gestão, o desembargador Paulo Pimenta ficará responsável pela Secretaria-Geral.

    O atual ocupante do cargo, desembargador Samuel Hugo Lima, ressaltou a produtividade dos encontros e a atuação de “bastidores” dos servidores envolvidos. “É um trabalho extenuante, mas muito necessário”.

    Diversos magistrados manifestaram-se parabenizando a gestão e ressaltando a convivência fraterna e agradável dos encontros, bem como seus efeitos práticas para implantação de melhorias na gestão dos tribunais.

  • Coleprecor escolhe os novos dirigentes para a gestão de 2019

    Da esquerda para a direita, o desembargadores Sérgio Murilo Rodrigues Lemos, Eliney Bezerra Veloso e Paulo Pimenta – nova composição do Coleprecor

     

    O Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais do Trabalho do país (Coleprecor) escolheu, nesta quarta-feira (24), os novos dirigentes que estarão à frente da entidade ano de 2019. A eleição foi por aclamação, durante a 7ª Reunião Ordinária.

    A presidente do TRT da 23ª Região (Mato Grosso) foi eleita para presidir o Colégio. Ela terá como vice o corregedor do TRT da 9ª Região (Paraná) Sérgio Murilo Rodrigues Lemos. O corregedor do TRT da 18ª Região (Goiás), Paulo Pimenta, ocupará o cargo de secretário-executivo.

    “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”, disse Eliney Veloso ao reforçar o desejo de atuar de forma conjunta com os demais presidentes e corregedores dos TRTs. Ela agradeceu a confiança dos colegas ao escolhê-la para o principal cargo da mesa diretora, em especial aos componentes da atual gestão, capitaneada pelo desembargador Wilson Fernandes (TRT 2ª Região). “Temos um grande trabalho a ser realizado e o trabalho de sucesso depende da união e da força de todos nós”, finalizou.

    Eleito para o cargo de vice-presidente, o desembargador Sérgio Murilo destacou o companheirismo dos colegas como ponte para a construção de bons resultados. “Vai ser um enorme prazer retribuir essa confiança que vocês me outorgaram”, afirmou.

    O corregedor Paulo Pimenta (atualmente vice-presidente do Coleprecor), agradeceu a renovação da confiança que permitiu a ele continuar na mesa diretora. “Nessas novas atribuições, quero me colocar inteiramente à disposição para servir a presidente eleita e ao vice-presidente na execução de seus projetos e, acima de tudo, aos colegas que integram o Colégio”, disse.

    Presente na eleição, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho e Conselho Superior da Justiça do Trabalho (TST/CSJT), ministro Brito Pereira, parabenizou a nova diretoria. Ele também elogiou a cultura do diálogo entre os presidentes, corregedores e TST, que começou, segundo ele, com o Coleprecor. “Quero saldar os eleitos e desejar uma administração feliz e próspera e em conjunto com a administração do TST”, afirmou.

    A posse dos novos dirigentes está prevista para ocorrer no próximo e último encontro do ano da entidade, a ser realizado nos dia 21 e 22 de novembro, no Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília.

    Confira a nova diretoria – gestão 2019

    Eliney Bezerra Veloso – presidente do Coleprecor (Presidente do TRT da 23ª Região);

    Sérgio Murilo Rodrigues Lemos – vice-presidente do Coleprecor (Corregedor da 9ª Região);

    Paulo Pimenta – secretário-geral (Corregedor da 18º Região).

  • Implicações do não cumprimento do e-social são tratadas no Coleprecor

    As implicações pelo não cumprimento das obrigações trazidas pela implementação do e-Social foi o tema da palestra feita pela secretária-Adjunta das Relações de Trabalho do Ministério do Trabalho, Margarida Barreto de Almeida. Ela falou na manhã desta quarta-feira (24) na 7º Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes e Corregedores dos TRTs do país

    (Coleprecor), em Brasília.

    Conforme explicou a auditora, o e-Social vem para unificar, em um mesmo banco de dados, as informações previdenciárias, fiscais e trabalhistas. “O Brasil gasta um montante absurdo de horas anuais para cumprir essas obrigações”, comentou, ao falar sobre a importância do sistema, que vem para tornar mais simples o processo e facilitar a fiscalização pelo Poder

    Público.

    Margarida alertou para o fato de que o não cumprimento das exigências sujeita os empregadores a multas, inclusive pelo envio de informações de forma errada ou incompleta. Essas penalidades, comentou, já estão regulamentadas na área previdenciária pela Receita Federal e estão sendo estudadas pelo Ministério do Trabalho, responsável pela trabalhista.

    A auditora destacou que é preciso ficar atento a este momento de implementação do e-Social, enquanto o encaminhamento das informações ocorre de forma paralela aos sistemas antigos.

    Pelo cronograma oficial, vários setores empresariais já estão obrigados a cumprir algumas fases do e-Social. Para os órgãos públicos, isso só começará em janeiro de 2020, dado os desafios decorrentes e da complexidade.

  • Assédio Moral deve ser tratado como tema institucional, diz ministro Brito Pereira

    Dirigentes do Coleprecor ao lado do ministro Brito Pereira

    Durante a abertura da 7ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes e Corregedores da Justiça do Trabalho, o ministro João Batista Brito Pereira, presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior do Trabalho, falou sobre as ações que deverão ser iniciadas em breve em combate ao assédio moral no âmbito dos tribunais do trabalho do país.

    “Precisamos tratar o assédio moral como tema institucional, conscientizando nosso público interno a respeito dos males resultantes dessa prática”, afirmou.

    Dentre as ações planejadas estão palestras com profissionais especializados, que deverão ocorrer em todos os TRTs. O objetivo é que o encontro transmita informações sobre como a prática se caracteriza, como detectá-la no ambiente de trabalho e também sobre como comprová-la.

    Está prevista também a criação de comissões de trabalho que coletarão perpecções de servidores em tribunais regionais, promovendo o intercâmbio de ideias e boas práticas entre TRTs e o TST/CSJT.

    “A iniciativa é importante para corrigir um problema interno, ao mesmo tempo em que vai gerar reflexos externos, para a prestação dos serviços como um todo”, comentou na ocasião o presidente do Coleprecor, desembargador Wilson Fernandes.

  • Coleprecor estreia nova campanha: Fake News da Justiça do Trabalho

    A Justiça do Trabalho só existe mesmo no Brasil? Quanto ela custa aos cofres públicos? O empregado sempre vence as ações trabalhistas?

    Essas e outras questões serão esclarecidas com a nova campanha da Justiça do Trabalho, lançada oficialmente nesta segunda-feira (1º de outubro).

    Fruto de ação do Coleprecor juntamente com o Conselho Superior da Justiça do Trabalho e das áreas de comunicação dos TRTs do país, a campanha será composta por publicações em redes sociais, notícias e spots em vídeos.

    O conteúdo é didático, com linguagem simples e direta, e tem o objetivo principal de conversar diretamente com o cidadão brasileiro. São oito principais mitos. Confira o conteúdo aqui.

  • Ferramentas eletrônicas utilizadas na Justiça do Trabalho passam por aperfeiçoamento

    Mais de 70 melhorias devem ser implementadas no Processo Judicial Eletrônico (PJe) nos próximos meses. Anunciado pelo ministro Brito Pereira, presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, o aperfeiçoamento dará ao sistema um novo painel de controle de atividades e de prazos, assim como um novo editor de votos, mais simplificado e adaptado às necessidades dos desembargadores. O ministro destacou ainda o aprimoramento da secretaria virtual, que terá visualização facilitada para elaboração de pautas, bem como o plenário virtual.

    Outra ferramenta eletrônica que está em fase de aperfeiçoamento é o e-Recurso (e-Rec), que busca auxiliar a atividade de elaboração de despachos de recursos de revista e agravos de instrumento nos TRTs. Originário do TRT-9 (Paraná), o sistema ganhará novas funcionalidades e deverá facilitar a remessa de processos ao TST em meio digital.

    Outras ações

    Em seu pronunciamento aos membros do Coleprecor, realizado nesta sexta-feira (28), o ministro mencionou ainda o sucesso da Semana Nacional de Execução Trabalhista, realizada entre 17 e 21 de setembro. A iniciativa contabilizou mais de 8 mil acordos e quase 1 bilhão de reais arrecadados. “Superamos a arrecadação do ano passado. Isso reafirma a nossa vocação para a conciliação a qualquer tempo, inclusive na fase de execução”.

    Outro assunto debatido junto aos dirigentes dos TRTs foi a remoção de juízes em âmbito nacional, haja vista a proximidade da última etapa do Concurso Público Nacional Unificado para Ingresso na Carreira da Magistratura do Trabalho.

  • Comunicação sistêmica e compliance integraram pauta do Coleprecor em São Paulo

    Gislaine Rossetti discorreu sobre 10 pontos envolvendo a comunicação estratégica em instituições
    Gislaine Rossetti discorreu sobre 10 pontos envolvendo a comunicação estratégica em instituições

    Qual o papel das áreas de comunicação no interior das organizações? De acordo com Gislaine Rossetti, diretora de relações institucionais da Latam e presidente do Conselho Deliberativo da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, as atribuições da área são amplas e suas ações precisam estar intrinsecamente conectadas à cultura e aos valores das instituições. “Normalmente achamos que a comunicação é o departamento que produz informação. Mas é mais que isso. É preciso saber fazer a articulação de toda essa informação – o que não é simples”, afirmou.

    A profissional participou na quarta-feira (26) da reunião do Coleprecor e pôde compartilhar com os presidentes e corregedores dos TRTs do país conhecimentos sobre geração de valor e comunicação estratégica.

    Ela discorreu sobre a importância da adoção de discursos únicos e do envolvimento do corpo de funcionários para a consolidação da reputação das instituições. “O público interno é multiplicador. Todos precisam atuar conjuntamente a favor da marca. Então é preciso difundir o posicionamento da empresa para os colaboradores e criar consistência nessas ações”.

    Também com o objetivo de zelar pela imagem das organizações, Rossetti chamou a atenção para a importância da atuação de profissionais de comunicação em comitês ou grupos de compliance. Segundo ela, realizar o mapeamento de temas críticos e estar pronto para diferentes cenários é crucial para que se possa agir rapidamente durante crises, resguardando a reputação da instituição o máximo possível.

    Atitudes preventivas também foi o assunto abordado pelo desembargador José Ernesto Manzi, corregedor do TRT de Santa Catarina. O magistrado apresentou um estudo de caso e discorreu sobre práticas que os tribunais podem adotar a fim de se evitar fraudes na atividade judicial. “A uniformização de procedimentos é a melhor ferramenta para detectar qualquer desvio. E o juiz de cada vara precisa acompanhar todo o trabalho desenvolvido. Os primeiros corregedores dos TRTs devem ser os próprios juízes, cada qual supervisionando sua unidade”, comentou.

    Desembargador Ernesto Manzi apresentou estudo de caso sobre gestão de crises